Azeite de Oliva do Chile celebra 1º lugar no ranking de exportações para o Brasil

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Associação que reúne 37 dos principais produtores de azeite de oliva extra virgem chileno, a ChileOliva anunciou que em 2014 o Brasil se tornou o primeiro destino das exportações de azeites de oliva chilenos, superando os Estados Unidos, que liderou a lista até o ano passado. Reconhecido como “ouro líquido”, o azeite de oliva extra virgem do Chile é elaborado a partir de azeitonas frescas e saudáveis, através de um processo de produção que busca preservar a integridade da fruta, resultando em um produto de baixa acidez (0,2%) com a qualidade excepcional de um verdadeiro azeite extra virgem.

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Além da matéria-prima privilegiada, a utilização de novas e avançadas tecnologias favorece a obtenção de um produto de sabor e aroma ímpares, que leva apenas 24 horas para ficar pronto, considerando o tempo entre a colheita e o engarrafamento do azeite.

“Acreditamos que a excelente aceitação do azeite de oliva extra virgem do Chile se dê pelas características do produto, que tem baixa acidez, sabores frescos, equilíbrio entre seus matizes picantes e amargas, além, claro, dos benefícios que um bom azeite traz para a saúde. Também é necessário considerar a confiança que o mercado e o consumidor brasileiros têm em nosso país, que é extremamente preocupado com a qualidade dos artigos que produz”, resume Gabriela Moglia, gerente geral da ChileOliva.

Verdadeiramente extra virgem
Com o Deserto do Atacama ao norte, a neve ao sul, a Cordilheira dos Andes e o Oceano Pacífico, o Chile possui uma barreira natural contra pragas nocivas às plantações, o que faz com que grande parte das azeitonas plantadas seja saudável e de alta qualidade. As vantagens geográficas aliadas à tecnologia de ponta resultam em um produto que tem chamado cada vez mais a atenção de consumidores e profissionais da área gastronômica em todo o mundo.

Aproximadamente 70% das plantações de oliveiras chilenas estão destinadas à produção de azeites de oliva de qualidade extra virgem e 30% para produção de azeitona de mesa. Os azeites são monovarietais (elaborados com apenas um tipo de azeitona) ou blends (quando se mesclam mais de dois tipos de frutos). Atualmente, são 24 mil hectares de oliveiras plantadas e uma produção de mais de 17 mil toneladas de azeite de oliva extra virgem entre os meses de maio, junho e julho. As principais variedades cultivadas são Arbequina, Arbosana, Koroneiki, Frantoio, Leccino, Coratina e Picual.

Dicas e Mitos sobre o Azeite
1. Prefira azeites que não tenham aromas de azeitona em conserva: o azeite deve ter sabores frescos e herbáceos e amargor equilibrado, com picor marcado e persistente, mas nunca aromas de azeitonas em conserva. Isso significa que o produto tem um defeito (tulha), o que diminui a sua qualidade, suas virtudes culinárias e nutricionais.

2. Use em todas as suas refeições: o mito diz que o azeite de oliva não é bom para fritura, que para isso deve-se usar o óleo de girassol. No entanto, de acordo com estudos, o azeite suporta bem as altas temperaturas e, por isso, a comida absorve menos gordura durante a fritura, o que se traduz em refeições mais saudáveis.

3. Consuma para cuidar de sua saúde: rico em polifenóis – substâncias que auxilia o sistema digestivo e possui ação antioxidante -, ajuda a prevenir o câncer, de acordo com vários estudos científicos. Também protege as artérias, uma vez que contém um alto teor de substâncias químicas que aumentam os níveis de colesterol bom e reduzem o ruim.

4. Proteja-o da luz: até hoje muitos acreditam que o azeite deve ser armazenado em recipientes claros, no entanto, isso é o prejudica; o azeite precisa ser mantido em recipientes escuros, porque é um produto sensível à luz.

5. Conserve-o bem fechado: além da cor ou transparência da embalagem, é importante que o recipiente esteja bem tampado, preservando, assim, o sabor e as propriedades benéficas à saúde.

6. Consuma com moderação, se você está fazendo dieta: muitos creem que o azeite é light. No entanto, o azeite fornece 9 kcal por grama, o mesmo que qualquer outra gordura. No entanto, a sua composição química, rica em ácidos graxos monoinsaturados (especificamente ácido oléico – cerca de 70%), torná-o muito mais saudável do que outros óleos.

7. Benefícios para a saúde: estudos recentes, comparando diferentes estilos de alimentação, têm mostrado que os países mediterrânicos têm maior expectativa de vida e menores taxas de doenças cardiovasculares e câncer do que outros países. Isto é devido à chamada Dieta Mediterrânea, um estilo de comer onde o azeite tem um papel de protagonista.

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