TEATRO – Peça Zero de Conduta, dirigida pelo ator Marcelo Faria, estará em setembro em Goiânia

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O ator Marcelo Faria faz sua estreia na direção com a peça Zero de Conduta, do premiado autor Zeno Wilde. A comédia dramática estará nos palcos do Teatro Goiânia nos dias 19 e 20 de setembro e conta a história de cinco jovens que acabam de ingressar no serviço militar, discutindo questões referentes à adolescência e questionando a obrigatoriedade e os caminhos do sistema.

Zero de Conduta 2[5]

Os atores Rafael Vitti, Guilherme Hamacek, Cadu Libonati, Antonio Carlos Bernardes, Maurício Pitanga, Chico Melo e Nicole Gomes, que compõem o elenco, foram escolhidos a dedo pelo diretor, após trabalharem juntos na novela Malhação. Apesar de atores tão jovens, o espetáculo também é voltado para o público adulto e discute, com leveza e humor, temas como drogas, homossexualidade, Aids, gravidez, entre outros.

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1 comment

  1. Robson Carvalho 21 setembro, 2015 at 21:56 Reply

    Um lixo de peça que não tem nada de cultural e, ao contrário, só deturpa valores – opiniões extremamente pesadas e negativas dirigidas aos adolescentes – embora tenha abordado problemas que normalmente são vivenciados por eles. Esta é a peça ZERO DE CONDUTA, dirigida pelo ator global MARCELO FARIA. Chega a ser irresponsabilidade que uma peça teatral, classificada de comédia e com público de mais de 90% constituído de adolescentes (com maioria de meninas dos 13 aos 17 anos que foram com o intuito de tietar os jovens atores do programa Malhação da Rede Globo – recrutas na peça), seja balizada, do início ao fim, com palavrões, xingamentos, barbariedade de agressões gratuitas, com chutes, socos e tapas na cara dos recrutas, bem como perseguição a um recruta negro, xingando-o o tempo todo como escória; e ainda se insinua que o sargento agressor é gay, o qual termina a peça morrendo, após sacar a pistola para agredir um recruta que o domina e dispara acidentalmente; assim fica a mensagem que o mau foi embora. Isto não tem nada de construtivo para estes jovens adolescentes que, no afã de diversão incutem, no inconsciente, valores literalmente trocados e, talvez com má fé por parte dos criadores da peça, deturpados, no que diz respeito às Forças Armadas, donas de um dos maiores índices de confiança por parte da sociedade. Os valores destas Forças Armadas são exatamente o contrário do que se buscou impor: coesão, disciplina, espírito de corpo, camaradagem e respeito. Com tantas mazelas neste nosso Brasil, pessoas inteligentes e formadoras de opinião, em particular junto às crianças e aos adolescentes, que têm ainda o caráter, opiniões e valores em formação, deveriam primar por um conteúdo de construção de civismo e não denegrir e destruir o pouco que ainda resta dentro da sociedade. De criadores/diretores/atores assim não precisamos mais. O Brasil já é suficientemente problemático. Que pena!! Poderia ter sido realmente uma comédia!! Mas foi um lixo!! Pobres professores do Brasil que não conseguem ganhar desta onda de desfaçatez de valores!!! Pobres adolescentes!!!

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