Fica 2015 leva especialistas do cinema e meio ambiente a Goiás e lança filmes inéditos

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A Cidade de Goiás, antiga capital do Estado, será mais uma vez palco das principais questões mundiais do cinema e do meio ambiente durante o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica 2015), de 11 a 16 de agosto. Realizado pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte (Seduce), o festival chega à sua 17ª edição esse ano e traz uma programação reforçada nas duas áreas, com cinco mostras de filmes, convidados de renome, Fórum de Cinema, Fórum Ambiental, oficinas, minicursos e exposições.

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Reprodução Facebook FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental

Na área musical, serão 28 shows de artistas que fazem o melhor da música no Estado, além da abertura com a Orquestra Jovem e encerramento com a Orquestra Filarmônica de Goiás.

Cinema – O Fica 2015 traz uma programação robusta de cinema, com mostras de filmes, oficinas, minicursos e laboratórios. Como o Teatro São Joaquim atualmente passa por obras de restauração, o Cinemão será o grande palco do cinema, em todas as suas linguagens. Serão exibidas as mostras Competitiva, ABD Cine Goiás, Fica Animado (infantil), Paralela e a Mostra de Vídeo UEG-Fica.

Como no ano passado, o espaço será montado na unidade Sant’Ana da Universidade Federal de Goiás (UFG), na Praça do Chafariz, local onde também ocorrem os cursos e o Fórum de Cinema.

Convidados de diversas áreas participam de encontros e debates com o público no Fórum de Cinema, como a atriz Camila Morgado, cineasta e jornalista Arnaldo Jabor, psicanalista e jornalista Maria Rita Kehl, antropólogo Vicente Carelli, cineasta e presidente da Ancine Manoel Rangel, diretor da SPcine Alfredo Manevy, cineasta Walter Carvalho, psicanalista e jornalista Maria Rita Kehl e o antropólogo Vicente Carelli. O festival também tem como convidado especial o cineasta português José Vieira Mendes, da Green Film Network.

Lançamentos – O festival traz uma novidade nessa edição: o lançamento de três filmes nacionais. Na quarta-feira, dia 12, o público poderá conferir em primeira mão o longa-metragem Cartas de Amor são Ridículas, da diretora Alvarina Souza Silva. Na quinta-feira, 13, é a vez do lançamento do documentário Araguaia, com direção de Dagmar Talga, e no sábado, 15, de Cora Coralina – Todas as Vidas, de Renato Barbieri, que mistura documentário e ficção.

Meio ambiente – O Fórum Ambiental contará com 5 mesas de debates, com temas como água, conservação dos recursos naturais e mudanças climáticas, trazendo os questionamentos: O que eu tenho a ver com isto? Como isto me afeta? O que eu posso fazer?

Para o debates sobre mudanças climáticas, foram convidados os especialistas no tema Jean Ometto, coordenador do Centro de Ciências do Sistema Terrestre do Sistema Terrestre (CCST/Inpe), e Suzana Dias, coordenadora da sub-rede Comunicação e Cultura Científica da Rede Clima.

Na mesa sobre a crise hídrica, participam o químico industrial e presidente do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, o doutor em Ciências Ambientais da UFG, Maximiliano Bayer e o atual secretário de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal, Paulo Salles. O cineasta Silvio Tendler, diretor dos documentários O Veneno está na Mesa I e II participa da mesa sobre alimentação saudável e agrotóxicos.

Números – A Mostra Competitiva do Fica 2015 é composta por 21 produções, sendo 12 nacionais, 9 internacionais e, pela primeira vez, 7 filmes goianos. São 5 longas metragem, 3 médias  e 13 curtas metragem. Os filmes selecionados representam 6 estados brasileiros e o Distrito Federal: Goiás, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Pernambuco, São Paulo e Espírito Santo. Entre os países representados estão, além do Brasil, Venezuela, Suiça, França, Espanha, Reino Unido, Portugal e Índia. O festival recebeu a inscrição de 327 filmes (111 internacionais, 200 nacionais, sendo 55 goianos e 16 coproduções entre Brasil e outros países).

Frei Confaloni – Esse ano, o festival retoma a tradição de homenagear artistas goianos em seu cartaz. Nessa edição, é a vez de Frei Nazareno Confaloni, pintor muralista falecido em 1977 em Goiânia. Confaloni pintou 15 afrescos na Igreja do Rosário, na Cidade de Goiás, idealizou a Escola Goiana de Belas Artes, onde lecionou pintura e desenho, e foi um dos fundadores da faculdade de Arquitetura da Universidade Católica de Goiás (UCG), atual PUC Goiás.

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